domingo, 6 de abril de 2008
Para pensarmos...
Que características pedagógicas teria uma utilização das TIC que destacasse a capacidade do aluno de adquirir sua própria educação?
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Filosofia e Informática na Educação
Postado por Ricardo Cardoso Varjão
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Relação entre artigo e tema de monografia - meu tema: 'O uso da informática nas aulas artes nas séries do ensino fundamental e médio'
INFORMÁTICA EDUCATIVA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: VISÃO DE FUTUROS PROFESSORES
http://servicos.capes.gov.br/capesdw/resumo.html?idtese=200419233006016005P7
e
Tecnologias de informação e comunicação enquanto tecnologia de educação, na visão dos professores da rede estadual, no município de Curitiba
http://servicos.capes.gov.br/capesdw/resumo.html?idtese=20016140006018002P8
Não existe uma relação direta do meu tema com esses artigos, mas, levando em consideração, onde se quer chegar, foi o mais próximo, relacionado ao meu tema.
Pois esses visam, de um modo geral, a inclusão da informática no processo ensino-aprendizagem e o uso das tecnologias de informação e comunicação de uma maneira mais ampla. Já o meu tema, visa o uso da informática especificamente, nas aulas de Artes, minha área de formação e atuação.
Por Helena Maria Galvão
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Inovação e tradição: tensão perene e necessária
A tensão entre inovação e a tradição se faz presente nas culturas e também na cultura escolar, isso resulta do movimento provocado pelas novas gerações, pelos novos conhecimentos. Na educação a mais insistente tensão se localiza no fazer pedagógico do professor, pois, existe a necessidade perene de utilização de diferentes metodologias e recursos didáticos e/ou tecnológicos.
Interessante como o documentário singelo e profundo mostra a singularidade e a diversidade no educar. Foi possível observar ações de inovação e de tradição no fazer do professor e organização da escola. Assim como aparente continuidade, porém latentes inovações e rupturas pontuadas por BURKE.
Primeiramente as ações de tradição educativa apresentadas no filme muito semelhantes às vivenciadas também no Brasil consistem na ida para a escola com adversidades, evidentemente diferentes das vivenciadas aqui. Uso de livros texto, metodologia do ditado, registro do percurso pedagógico em cadernos, leitura em voz alta para o professor, formação de frases a partir de recortes de palavras, inserção dos alunos novos, entre outras apresentadas no filme.
Aparentemente as ações mencionadas podem se enquadrar no que designamos como tendência pedagógica tradicional, todavia o documentário evidencia a inovação, mesmo que implícita, nessas ações pela forma como foram didaticamente utilizadas, como o professor se posicionou em seu papel de mediador do processo de ensino e de aprendizagem.
Dentre as cenas marcantes está o momento necessário de silencio vivenciado pelo aluno JOJO, também construído pelo docente e pelos alunos, diferente do impregnado mutismo do paradigma tradicional. Hoje dificilmente se consegue construir com os alunos esse momento tão importante pelo número de alunos percapita professor.
Em contrapartida as ações ditas tradicionais, mostram-se as cenas que disponibilizam os materiais com acesso aos alunos visando à construção da autonomia como num simples pegar a tesoura, organização da sala de aula em grupos por haver poucos alunos, o computador em sala mesmo se tratando de uma escola rural francesa, atenção e exploração do assunto que surge durante as aulas, as brincadeiras dos alunos e desses com o professor, as vivencias pedagógicas independente do clima, a tartaruga em sala, o aquário, os diferentes espaços de aprendizagem conotam á tradicional escola com formato ainda semelhante ao proposto pela Didática Magna o caráter de inovação, pois aproximam a escola da vida real.
Reiterando, ações simples, porém inovadoras na prática do professor são aspectos dignos de ênfase por serem alicerces de uma educação de qualidade e para a vida. As cenas de conversas com os alunos em situações de conflito, de dificuldade e com os pais mostram o caráter humano de se estar em processo educativo.
Cada vez mais, com o mundo permeado pela tecnologia, pelas mudanças sociais, nas relações interpessoais ou a escola se abre para essa necessidade ou continuará fadada ao fracasso que vivenciamos hoje: milhares de alunos em milhares de escolas “aprendendo para o futuro”?
Referência:
Texto de Peter Burke: Cultura, tradição, Educação
Documentário: Ser e Ter
sexta-feira, 28 de março de 2008
Alfabetização tecnológica - formação do professor - séries iniciais do E. F.
http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2001/efp/efptxt5.htm
quinta-feira, 27 de março de 2008
Relação do artigo - "Informática na educação? Algumas considerações a partir de um exemplo" com a proposta de pesquisa da aluna Andreia de Jesus
O artigo -”Informática na educação? Algumas considerações a partir de um exemplo” traz uma discussão sobre a problemática da Informática na Educação do ponto de vista epistemológico e didático, ou seja, de como o conhecimento é tratado em um recurso didático-pedagógico via computador.
A autora procura desenvolver um duplo olhar sobre a utilização de softwares educativos: o olhar epistemológico, que visa compreender as características do conhecimento informatizado, e o olhar didático, que procura discutir as implicações que estas reflexões sobre conhecimento teriam para a educação, particularmente no que diz respeito ao uso de recursos informatizados nas escolas.
Esta temática vem ao encontro da proposta de monografia da aluna Andreia de Jesus, que tem como objetivo fazer uma análise das características de aplicativos destinados ao ensino de Algoritmos e Programação de Computadores, além de propor uma metodologia de uso para um desses aplicativos.
Vale ressaltar que todas as propostas de auxílio ao ensino de algoritmos e programação de computadores são válidas, pois o grau de dificuldade tanto no ensinar, como no aprender desses conteúdos é muito grande, devido ao alto grau de abstração. Por isso, vários pesquisadores estão estudando e propondo softwares educacionais com o objetivo de auxiliar no ensino desses conteúdos. Porém, é essencial um acompanhamento pedagógico rígido no processo de desenvolvimento dessas ferramentas. Pois, dependendo da metodologia intrínseca no software utilizado, pode acarretar conseqüências negativas no aluno e até nas relações interdisciplinares. Isto remete ao fato de que um software educacional, independente do conteúdo abordado, não se completa por si só. É necessária uma metodologia bem definida de uso desses softwares para que seja possível alcançar o objetivo desejado.
E no artigo citado acima a autora coloca que na interação com uma "tecnologia da inteligência" como é o computador, está em jogo diversos aspectos do funcionamento cognitivo, como a criação de outras formas de relação espaço-temporal; o gerenciamento da memória; a forma de representação do conhecimento e sua capacidade de modelar o real.
Portanto, é importante analisar o quanto os softwares propostos para o ensino de algoritmos e programação estão contribuindo para a criação de outras formas de representação do conhecimento e para a compreensão, por parte do aluno, do funcionamento do seu próprio processo cognitivo, já que ao desenvolver um algoritmo ou programa o aluno está descrevendo formalmente a solução de um problema e intrínseca a ela está à lógica de sua forma de pensar.
Mas, como coloca a autora, desejamos que o aluno, ao interagir com um aplicativo, se aproprie de formas de modelização de uma teoria? Ou queremos que o aluno se aproprie de uma teoria?
No caso do ensino de algoritmos e programação é necessário que os alunos se apropriem de uma teoria para que sejam capazes de modelar soluções para problemas reais. Portanto, os softwares destinados ao ensino de algoritmos e programação devem ter duas características distintas e importantes:
· Permitir que o aluno se aproprie da teoria necessária para a formalização de um programa (tanto do âmbito da sintaxe como da semântica da linguagem de formalização). Neste caso o software é visto como uma ferramenta de ensino.
· Permitir que o aluno possa criar um modelo de sua solução e ter um feedback sobre o que foi proposto, a fim de poder refletir sobre o seu processo cognitivo de solução. Neste caso o software é visto como uma ferramenta que auxilia na atividade de produção de uma solução computacional.
Outra colocação da autora é o fato da articulação entre os aspectos epistemológicos e didáticos, que permitem o diálogo entre o conhecimento, da maneira que é tratado pelo programa, e o conhecimento no contexto das relações entre aluno e professor, ou seja, em uma situação didática, nesse caso mediados por um novo elemento, o computador. A metodologia de uso de um software educacional é fundamental, pois é esta metodologia que irá estabelecer a relação entre o professor, o conhecimento, o software e o aluno.
Logo, a pesquisa da aluna Andreia de Jesus busca responder as seguintes questões: Quais são as características dos aplicativos destinados ao ensino de algoritmos e programação de computadores? Há propostas de metodologias de uso desses aplicativos? Estes aplicativos contribuem para o desenvolvimento cognitivo do alunos no que diz respeito a soluções computacionais para problemas reais?
domingo, 23 de março de 2008
Novas tecnologias e ação docente
Tiago Ungericht Rocha